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Racismo na Rede

24% dos casos de racismo no futebol apontados no relatório do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, foram registrados nas redes sociais, nos aplicativos como Instagram, Twitter e Facebook. Essa porcentagem representa 41 casos ao longo das cinco edições do relatório. Metade dos casos que ocorreram na rede não tiveram desdobramentos, seja eles por ser comentários de torcedores que não chegaram aos atletas ou seja casos que os atletas e clubes não se pronunciaram.

Resultados finais dos casos ocorridos na internet 

Fonte: Observatório da Discriminação Racial no Futebol

Por: João Eduardo Pereira 

 

Durante o desenrolar dos casos a própria rede social foi usada algumas vezes como juiz, júri e carrasco. 17 casos, um total de 41,4% teve desdobramentos na rede, entre eles estão o relato das agressões de quem sofreu, apoio de clubes, atletas e internautas. Além também de ser um espaço para os agressores se defender e buscarem retratação.

Desdobramentos dos casos que aconteceram na internet 

Fonte: Observatório da Discriminação Racial no Futebol

Por: João Eduardo Pereira 

 

11 casos foram além das redes, mas apenas dois processos o relatório encontrou na justiça. Para Marcelo Carvalho, o número de atleta que vão adiante é pequeno, por dois grandes motivos. O primeiro é não querer se expor, em razão de um eventual rechaçamento da sociedade que pode até em implicar no seu futuro no esporte. A outra é a falta de informação por parte dos atletas, que não tem uma instrução para reagir, e acabam não levando o caso vá adiante.

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87,8% dos atletas não denunciaram, quando sofreram ou presenciaram atos racistas

Fonte: Globo Esporte

Foto: Vinicius do Prado 

 

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